Capa Entre o Rumor e o Silêncio
Nesses tempos de excesso de ofertas audiovisuais compartilhadas em redes sociais, a poesia pode parecer destoante, para não dizer quixotesca – talvez assim seja! Mas como negar os “moinhos de vento” se eles estão tão latentes em cada esquina? É bem verdade que, na maioria das vezes, a poesia se nos apresenta de forma tão sutil… o ladrar de um cão na calada da noite, o levitar de uma semente de dente de leão, um banco solitário numa praça, o extraordinário numa cena corriqueira. Assim as emoções e os sentimentos são pura poesia que nos escapa. E o que dizer dos devaneios de nossa louca e compulsiva imaginação? Contudo, anestesiados pelo rumor, sobretudo virtual, desperdiçamos a chance de capturar esses instantes e nos encantar com a gratificante sensação poética.

Os poemas (e imagens) aqui selecionados representam um breve registro de momentos em que a poesia rompeu meu silêncio, me pegou pela mão e me impeliu a retratá-la.

Agora só me resta compartilhar esses versos com você, leitor. Que, sob seu olhar, eles façam sentido e despertem a poesia que pulula em torno (e dentro) de cada um de nós.

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Entrevista para o programa Papo Literário

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